O autismo é um transtorno do desenvolvimento, sem causa específica. Pode ser observado desde quando a criança, ainda no berço, quando a criança não mostra interesse pela voz da mãe, não acompanha objetos com o olhar, dentro outras características.
Há uma nova lei que garante aos autistas os mesmos benefícios de pessoas com deficiência. Isso significa que todos os setores terão que estar preparados para receber este público. No que se refere a educação, é um aluno de inclusão, o professor assim como a escola devem estar preparados para receberem os alunos autistas.
É uma conquista que há muito tempo se vem buscando.
Confira a matéria exibida ela TV Globo em 18.01.2013
http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/nova-lei-brasileira-da-beneficios-de-pessoas-com-deficiencia-para-quem-possui-autismo/2354628/
sábado, 19 de janeiro de 2013
domingo, 3 de junho de 2012
Dicas de leitura
GREENFELD, Karl Taro. Sinto-me Só. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2009
Karl Taro Greenfeld soube desde cedo que seu irmãozinho, Noah, não era como as outras crianças. Ele não engatinhava, tinha dificuldades para fazer contato visual e interargir com os outros membros da família. À medida que Noah foi crescendo, suas diferenças se tornaram ainda mais pronunciadas - ele era incapaz de se comunicar verbalmente, usar o banheiro ou amarrar os sapatos, e, apesar de sua atitude angelical, sempre tinha explorasões violentas.
Nenhum médico podia indicar com precisão o problema de Noah; nenhum especialista ia além de um diagnóstico geral: autismo. Os pais do menino, Josh e Foumi, dedicaram a vida a cuidar do filho mais novo com variadas abordagens - uma experiência desafiadora e frequentemente dolorosa.
Agora, pela primeira vez, o aclamado jornalista Karl Taro Greenfeld fala sobre como foi crescer à sombra de seu irmão autista, revelando a complexa mistura de raiva, confusão e amor que definiu sua infância. Sinto-me só são suas memórias brutalmente honestas.
Ao tecer tudo que os Greenfeld viveram na busca pelo tratamento de Noah com a história profundamente tocante de dois meninos muito diferentes crescendo lado a lado, este livro levanta questões cruciais: os relacionamentos podem existir sem a linguagem? Como pais, que estão envelhecendo, podem ajudar uma criança autista e, depois, um adulto que não é autossuficiente a se tornar membro da sociedade?
___________________________________________________________________________
ROBINSON, John Elder. Olhe nos meus olhos: minha vida com a síndorme de Asperger. São Paulo: Larousse do Brasil, 2008.
Desde criança, mesmo com dificuldade em interagir socialmente, John Robinson ansiava em se relacionar com outras pessoas. na adolescência, os problemas se agravaram e seus estranhos hábitos - uma inclinação para falar sem pensar, evitar establecer contato visual com os outros, demontar rádios, manias "pirotécnicas" e cavar buracos de dois metros (predendo seu irmão mais novo dentro deles) - fizeram-no ser rotulado como um jovem com desvios de conduta. Não recebeu nenhum tipo de orientação, seja por parte da mãe, que não conseguia falar sobre assuntos mais densos, ou por parte do pai, que passava as noites mergulhado em bebidas.
Depois de sair de casa e abandonar a escola secundária, sua impressionante habilidade em visualizar circuitos eletrônicos lhe proporcionou um trabalho com o KISS, e criou as lendárias guitarras de Ace Frehley. Mais tarde, tentou integrar-se em um emprego "de verdade", como engenheiro, numa grande empresa de brinquedos. Porém, quanto mais Robison galgava posiçõs na companhia e esforçava-se em agir como uma pessoa "normal", mais se distanciava de realizar aquilo que acreditava ser capaz de fazer: comunicar-se. No entanto, esse sacrifício não valia o salário.
Somente aos 40 anos Robinson foi diagnosticado por um atento terapeuta: era portador de uma forma de autismo, chamada Síndrome de Asperger. Essa súbita compreensão transformou a maneira como Robinson se via - e como via o mundo.
É uma leitura envolvente!!!
___________________________________________________________________________
AGUIAR, João Serapião de. Educação Inclusiva: Jogos para o ensino de conceitos. Campinas, SP: Papirus, 2004. - (Coleção Papirus Educação)
Este livro focaliza jogos (atividades lúdicas) como uma proposta metodológica de ensino de conceitos relevantes para a vida cotidiana.
___________________________________________________________________________
WERNECK, Claudia. Sociedade Inclusiva. Quem cabe no seu TODOS? - Rio de Janeiro: WVA - Ed., 1999.
Este livro é bem esclarecedor do que é sociedade inclusiva.
Vale a pena ler!!!
GREENFELD, Karl Taro. Sinto-me Só. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2009
Karl Taro Greenfeld soube desde cedo que seu irmãozinho, Noah, não era como as outras crianças. Ele não engatinhava, tinha dificuldades para fazer contato visual e interargir com os outros membros da família. À medida que Noah foi crescendo, suas diferenças se tornaram ainda mais pronunciadas - ele era incapaz de se comunicar verbalmente, usar o banheiro ou amarrar os sapatos, e, apesar de sua atitude angelical, sempre tinha explorasões violentas.
Nenhum médico podia indicar com precisão o problema de Noah; nenhum especialista ia além de um diagnóstico geral: autismo. Os pais do menino, Josh e Foumi, dedicaram a vida a cuidar do filho mais novo com variadas abordagens - uma experiência desafiadora e frequentemente dolorosa.
Agora, pela primeira vez, o aclamado jornalista Karl Taro Greenfeld fala sobre como foi crescer à sombra de seu irmão autista, revelando a complexa mistura de raiva, confusão e amor que definiu sua infância. Sinto-me só são suas memórias brutalmente honestas.
Ao tecer tudo que os Greenfeld viveram na busca pelo tratamento de Noah com a história profundamente tocante de dois meninos muito diferentes crescendo lado a lado, este livro levanta questões cruciais: os relacionamentos podem existir sem a linguagem? Como pais, que estão envelhecendo, podem ajudar uma criança autista e, depois, um adulto que não é autossuficiente a se tornar membro da sociedade?
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ROBINSON, John Elder. Olhe nos meus olhos: minha vida com a síndorme de Asperger. São Paulo: Larousse do Brasil, 2008.
Desde criança, mesmo com dificuldade em interagir socialmente, John Robinson ansiava em se relacionar com outras pessoas. na adolescência, os problemas se agravaram e seus estranhos hábitos - uma inclinação para falar sem pensar, evitar establecer contato visual com os outros, demontar rádios, manias "pirotécnicas" e cavar buracos de dois metros (predendo seu irmão mais novo dentro deles) - fizeram-no ser rotulado como um jovem com desvios de conduta. Não recebeu nenhum tipo de orientação, seja por parte da mãe, que não conseguia falar sobre assuntos mais densos, ou por parte do pai, que passava as noites mergulhado em bebidas.
Depois de sair de casa e abandonar a escola secundária, sua impressionante habilidade em visualizar circuitos eletrônicos lhe proporcionou um trabalho com o KISS, e criou as lendárias guitarras de Ace Frehley. Mais tarde, tentou integrar-se em um emprego "de verdade", como engenheiro, numa grande empresa de brinquedos. Porém, quanto mais Robison galgava posiçõs na companhia e esforçava-se em agir como uma pessoa "normal", mais se distanciava de realizar aquilo que acreditava ser capaz de fazer: comunicar-se. No entanto, esse sacrifício não valia o salário.
Somente aos 40 anos Robinson foi diagnosticado por um atento terapeuta: era portador de uma forma de autismo, chamada Síndrome de Asperger. Essa súbita compreensão transformou a maneira como Robinson se via - e como via o mundo.
É uma leitura envolvente!!!
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AGUIAR, João Serapião de. Educação Inclusiva: Jogos para o ensino de conceitos. Campinas, SP: Papirus, 2004. - (Coleção Papirus Educação)
Este livro focaliza jogos (atividades lúdicas) como uma proposta metodológica de ensino de conceitos relevantes para a vida cotidiana.
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WERNECK, Claudia. Sociedade Inclusiva. Quem cabe no seu TODOS? - Rio de Janeiro: WVA - Ed., 1999.
Este livro é bem esclarecedor do que é sociedade inclusiva.
Vale a pena ler!!!
Informações pertinentes vamos passar adiante...
O Movimento Down compartilhou um link para divulgar aos professores e educadores que trabalham com crianças e adolescentes, o material da revista Nova Escola que contém mais de 130 planos de aulas adaptados à pessoas com deficiências intelectuais, auditivas, motoras, visuais e múltiplas. Vale lembrar que foi elaborado com a consultoria de profissionais especialistas em Educação Inclusiva. Olhe que ajuda legal...
Mais informações - http://www.movimentodown.org.br/node/120
Mais informações - http://www.movimentodown.org.br/node/120
sábado, 2 de junho de 2012
Memorial da Inclusão
Que bacana!
Encontramos esse site que fala sobre a história do movimento social pelos direitos das pessoas com deficiência. Vale à pena conferir...
Fonte: http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/br/home/index.shtml
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Assistimos a esta apresentação por acaso. Estávamos indo embora, depois de muitas leituras para nosso TCC, quando vimos o início da apresentação deste grupo, com o qual ficamos surpresas. É um exemplo de inclusão social, no entanto, na prática é necessário que haja empenho, trabalho e interesse em divulgar. O grupo Dança Aberta esta de parabéns pela apresentação!! (www.dancaaberta.com)
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Uma pensamento para refletir...
Há aqueles que lutam um dia; e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam muitos dias; e por isso são muito bons;
Há aqueles que lutam anos; e são melhores ainda;
Porém há aqueles que lutam toda a vida; esses são os imprescindíveis.
Bertold Brecht
terça-feira, 29 de maio de 2012
Teste de Poder de Inclusão
Fonte: http://tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/175610Desafio.pdf
Aqui esta um teste elaborado pela Maria Teresa Eglér Mantoan, para comprovar o nível de entendimento da inclusão escolar, principalmente no que se refere ao aluno com deficiência nas escolas comuns. Este teste é um dos capítulos publicados no livro Humor e Alegria na Escola, organizado por Valéria Amorim Araújo, em 2006, e publicado em São Paulo, pela Editora Summus.
Para esse breve exame, as regras são:
1. Colocar-se na condição dos professores(as) que aqui apresentaremos.
2. Escolher a alternativa que você adotaria em cada caso, mas sem pensar muito, respondendo com o que vem mais rápido à cabeça.
3. Descobrir e aprender mais sobre si mesma(o).
Responda às questões e confira.
1. A professora Sueli procura incluir um aluno com deficiência mental em sua turma de
1ª série. Tudo caminha bem em relação à socialização desse educando, mas diante dos demais colegas o atraso intelectual do aluno é bastante significativo.
Nesse caso, como você resolveria a situação?
(A) Encaminharia o aluno para o atendimento educacional especializado oferecido pela escola?
(B) Solicitaria a presença de um professor auxiliar ou itinerante para acompanhar o aluno em sala de aula?
(C) Esperaria um tempo para verificar se o aluno tem condições de se adaptar ao ritmo da classe ou precisaria de uma escola ou classe especial?
2. Júlia é uma professora de escola pública que há quatro anos leciona na 2ª série. Há um fato que a preocupa muito atualmente: o que fazer com alguns de seus alunos, que estão cursando pela terceira vez aquela série?
Para acabar com suas preocupações, qual seria a melhor opção?
(A) Encaminhá-los a uma sala de alunos repetentes, para ser mais bem atendidos e menos discriminados?
(B) Propor à direção da escola que esses alunos sejam distribuídos entre as outras turmas de 2ª série, formadas por alunos mais atrasados?
(C) Reunir-se com os professores e a diretora da escola e sugerir que esses alunos
se transfiram para turmas da mesma faixa etária e até mesmo para as classes de Educação de Jovens e Adultos (EJA), caso algum já esteja fora da idade própria do ensino fundamental?
3. Cecília é uma adolescente com deficiência mental associada a comprometimentos físicos; ela está freqüentando uma turma de 3ª série do ensino fundamental, na qual a maioria dos alunos é bem mais nova que ela. A professora percebeu que Cecília está desinteressada pela escola e muito apática. Qual a melhor saída, na sua opinião, para resolver esse caso?
(A) Chamar os pais de Cecília e relatar o que está acontecendo, sugerindo-lhes que procurem um psicólogo para resolver o seu problema?
(B) Avaliar a proposta de trabalho dessa série, em busca de novas alternativas
pedagógicas?
(C) Concluir que essa aluna precisa de outra turma, pois a sua condição física e problemas psicológicos prejudicam o andamento escolar dos demais colegas?
4. Numa 2ª série de ensino fundamental, em que há alunos com deficiência mental e outros com dificuldades de aprendizagem, relacionadas a outros motivos, o professor Paulo está ensinando operações aritméticas. Esses alunos não conseguem acompanhar o restante da turma na aprendizagem do conteúdo proposto. O que você faria, se estivesse no lugar do professor Paulo?
(A) Reuniria esse grupo de alunos e lhes proporia as atividades facilitadas do currículo adaptado de atemática?
(B) Distribuiria os alunos entre os grupos formados pelos demais colegas e trabalharia com todos, de acordo com suas possibilidade de aprendizagem?
(C) Aproveitaria o momento das atividades referentes a esse conteúdo para que esses alunos colocassem em dia outras matérias do currículo, com o apoio de colegas voluntários?
5. Fábio é um aluno com autismo que freqüenta uma turma de 3ª série. É o seu primeiro ano em uma escola comum e ele incomoda seus colegas, perambulando pela sala e interferindo no trabalho dos grupos.
Que decisões você tomaria para resolver a situação, caso fosse o (a) professor (a) desse grupo?
(A) Solicitaria à direção da escola que retirasse Fábio da sala, pois o seu comportamento está atrapalhando o desempenho dos demais alunos e o andamento do programa?
(B) Marcaria uma reunião com o coordenador da escola e solicitaria uma avaliação e o encaminhamento desse aluno para uma classe ou uma escola especial?
(C) Reuniria os alunos e proporia um trabalho conjunto com a turma em que todos se comprometeriam a manter um clima de relacionamento cooperativo de
aprendizagem na sala de aula?
6. Guilherme é uma criança que a escola chama de “hiperativa”. Ele gosta muito de folhear livros de histórias. Ocorre que freqüentemente rasga e/ou suja as páginas dos livros, ao manuseá-los sem o devido cuidado.
O que você lhe diria, caso fosse seu (sua) professor(a)?
(A) “Hoje você não irá ao recreio, porque rasgou e sujou mais um livro."
(B) “Vou ajudá-lo a consertar o livro, para que você e seus colegas possam ler esta linda história.”
(C) “Agora você vai ficar sentado nesta mesinha, pensando no que acabou de fazer.”
7. Norma é professora de uma 4ª série de ensino fundamental e acabou de receber um
aluno cego em sua turma. Ela não o conhece bem, ainda. No recreio, propõe à turma um jogo de queimada. É nesse momento que surge o problema: o que fazer com Paulo, o menino cego?
Arrisque uma “solução inclusiva” para esse caso.
(A) Oferecer-lhe outra atividade, enquanto os demais jogam queimada, fazendo-o entender o risco a que essa atividade o expõe e a responsabilidade da professora
pela segurança e integridade de todos os seus alunos.
(B) Perguntar ao Paulo de quais jogos e esportes ele tem participado e se ele conhece as regras da queimada.
(C) Reunir a turma para resolver a situação, ainda que na escola não exista uma bola de meia com guizos.
8. Maria José é professora de escola pública e está às voltas com um aluno de uma turma de 5ª série. Ele tem 12 anos, é muito agressivo e mal-educado, desbocado, desobediente e não se submete à autoridade dos professores nem à das demais pessoas da escola; sempre arruma uma briga com os colegas, dentro da sala de aula, ameaçando-os com um estilete. O que você faria no lugar dessa professora aterrorizada?
(A) Estabeleceria novas regras de convivência entre todos e, em seguida, analisaria com a turma os motivos que pode nos levar a agir com violência?
(B) Enfrentaria as brigas, retirando o aluno da sala de aula e entregando-o à direção da escola?
(C) Tentaria controlar essas situações, exigindo que o menino entregasse o estilete, para que os demais alunos se acalmassem?
9. Sérgio é um aluno surdo. Ele tem 13 anos de idade e freqüentou, até o momento, uma escola de surdos. Esse aluno está no seu primeiro dia de aula em uma escola comum. A professora, percebendo que Sérgio não fazia leitura labial, procurou a diretora da escola para questionar a admissão desse aluno em sua turma, uma vez que ele não sabe se comunicar em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Se você fosse a professora de Sérgio, antes de tomar essa atitude:
(A) Chamaria os pais desse aluno e os convenceria de que a escola de surdos era mais apropriada para às necessidades dele?
(B) Procuraria saber quais as obrigações e direitos desse aluno e buscaria o recurso adequado à continuidade de seus estudos na escola comum?
(C) Providenciaria a presença de um intérprete de Libras, solicitando um convênio com uma entidade local especializada em pessoas com surdez?
Conte os pontos e confira o seu poder de inclusão, ou melhor, a sua imunidade ao vírus da exclusão:
1 a) 3 b) 2 c) 1
2 a) 1 b) 2 c) 3
3 a) 2 b) 3 c) 1
4 a) 1 b) 3 c) 2
5 a) 1 b) 2 c) 3
6 a) 1 b) 3 c) 2
7 a) 1 b) 2 c) 3
8 a) 3 b) 1 c) 2
9 a) 1 b) 3 c) 2
Resultado:
De 27 a 23 pontos
Imune à exclusão!Você está apto(a) a enfrentar e vencer o vírus da exclusão, pois já entendeu o que significa uma escola que acolhe as diferenças, sem discriminações de qualquer tipo. Compreendeu também que a inclusão exige que os professores atualizem suas práticas pedagógicas para que possam oferecer um ensino de melhor qualidade para todos os alunos. Parabéns! Não se esqueça, porém, de que o atendimento educacional especializado deve ser assegurado a todos os alunos com deficiência, como uma garantia da inclusão.
Imune à exclusão!Você está apto(a) a enfrentar e vencer o vírus da exclusão, pois já entendeu o que significa uma escola que acolhe as diferenças, sem discriminações de qualquer tipo. Compreendeu também que a inclusão exige que os professores atualizem suas práticas pedagógicas para que possam oferecer um ensino de melhor qualidade para todos os alunos. Parabéns! Não se esqueça, porém, de que o atendimento educacional especializado deve ser assegurado a todos os alunos com deficiência, como uma garantia da inclusão.
De 22 pontos a 16 pontos
No limite.Você precisa se cuidar! Atenção, pois você está vivendo uma situação de fragilidade em sua saúde educacional. Cuidado! É preciso que você tome uma decisão e invista na sua capacidade de se defender do vírus da exclusão. Quem fica indeciso entre enfrentar o novo, no caso, a inclusão de todas as crianças nas escolas comuns, e incluir apenas alguns, ou seja, os alunos que conseguem acompanhar a maioria, está vivendo um momento difícil e perigoso. Você está comprometendo a sua capacidade de ensinar e a possibilidade dos alunos de aprender com alegria!
De 15 a 9 pontos
Altamente contaminado.Tome todas as providências para se curar dos males que o vírus da exclusão lhe causou. Há muitas maneiras de se cuidar, mas a que recomendamos é um tratamento de choque, porque o estrago é grande! Você precisa, urgentemente, se tratar, mudando de ares educacionais, tomando injeções de ânimo para adotar novas maneiras de atuar como professor(a). Outra medicação recomendada é uma alimentação sadia, muito estudo, troca de idéias, experimentações, ousadia para mudar o seu cardápio pedagógico.
Podemos colocar em prática a verdadeira importância da inclusão. O professor como mediador deverá assegurar todos os alunos com ou sem deficiência a garantia da inclusão, pois assim não estaremos contaminados pelas discriminações em meio à tantas diversidades, não deixando o preconceito nos atingir para que não fiquemos com a deficiência interior...
Expressão Corporal, meio para inclusão.
No último sábado, 26/05/12, no Centro Cultural São Paulo, assistimos a uma apresentação de uma oficina do grupo Dança Aberta, que é dança com pessoas sem e com deficiência. O que nos surpreendeu pois não tinhamos visto ou ouvido ainda sobre este assunto. DanceAbility, é uma técnica criada por Alito Alessi, método de dança baseado na exploração artística entre pessoas com e sem deficiência.
Para maiores informações acesse http://nucleodancaaberta.blogspot.com.br/#!/2012/05/metodo.html
Como podemos perceber, atualmente há maior movimentação nesse sentido, afinal esta se percebendo que todos tem capacidade e principalmente direito de se desenvolverem seja por qual técnica ou método utilizar.
Para maiores informações acesse http://nucleodancaaberta.blogspot.com.br/#!/2012/05/metodo.html
Como podemos perceber, atualmente há maior movimentação nesse sentido, afinal esta se percebendo que todos tem capacidade e principalmente direito de se desenvolverem seja por qual técnica ou método utilizar.
Inclusão para todos
Este blog destina-se a publicar material diverso, para ser usado para inclusão na rede regular de ensino e, cursos para professores.
Curso a distância para Inclusão social
Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças (Mantoan)

Carga Horária: 120 Horas
Acesse: http://otodosdainclusao.blogspot.com.br para obter mais informações
Educação Especial
Acesse: http://otodosdainclusao.blogspot.com.br para obter mais informações
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Queremos agradecer ao Movimento Down por permitirmos a divulgação do site "Movimento Down" obrigada Debora: Então vamos propagar tudo que traz de benefícios para a inclusão social: Equoterapia traz benefícios para pessoas com deficiências ajudando no Desenvolvimento motor, emocional e cognitivo.
Em Santos e São Vicente, associações oferecem tratamentos com equoterapia de graça. O método terapêutico e educacional é reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina, e traz diversos benefícios à pacientes com necessidades especiais, como o desenvolvimento motor, emocional e cognitivo.
Os interessados podem entrar em contato com a Associação Equoterapia de Santos, que fica na avenida Francisco Manoel s/n, pelo telefone (13) 3221-7706, ou na unidade de São Vicente, localizada na avenida Senador Salgado Filho, s/n, Jockey Clube, pelo telefone (13) 3561-3053.
Maria Fernanda pratica equoterapia há um ano. (Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)Referência: http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2012/05/equoterapia-traz-beneficios-aos-portadores-de-necessidades-especiais.html
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Assuntos e perguntas sobre a inclusão
24 respostas para as principais dúvidas sobre inclusão
As soluções para os dilemas que o gestor enfrenta ao receber alunos com deficiência
Noêmia Lopes (novaescola@atleitor.com.br), de Joinville, SC
Um desenho feito com uma só cor tem muito valor e significado, mas não há como negar que a introdução de matizes e tonalidades amplia o conteúdo e a riqueza visual. Foi a favor da diversidade e pensando no direito de todos de aprender que a Lei nº 7.853 (que obriga todas as escolas a aceitar matrículas de alunos com deficiência e transforma em crime a recusa a esse direito) foi aprovada em 1989 e regulamentada em 1999. Graças a isso, o número de crianças e jovens com deficiência nas salas de aula regulares não para de crescer: em 2001, eram 81 mil; em 2002, 110 mil; e 2009, mais de 386 mil - aí incluídas as deficiências, o Transtorno Global do Desenvolvimento e as altas habilidades.
Hoje, boa parte das escolas tem estudantes assim. Mas você tem certeza de que oferece um atendimento adequado e promove o desenvolvimento deles? Muitos gestores ainda não sabem como atender às demandas específicas e, apesar de acolher essas crianças e jovens, ainda têm dúvidas em relação à eficácia da inclusão, ao trabalho de convencimento dos pais (de alunos com e sem deficiência) e da equipe, à adaptação do espaço e dos materiais pedagógicos e aos procedimentos administrativos necessários.
Para quebrar antigos paradigmas e incluir de verdade, todo diretor tem um papel central. Afinal, é da gestão escolar que partem as decisões sobre a formação dos professores, as mudanças estruturais e as relações com a comunidade. Nesta reportagem, você encontra respostas para as 24 dúvidas mais importantes sobre a inclusão, divididas em seis blocos.
Referência: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/24-respostas-principais-duvidas-inclusao-acessivel-acessibilidade-deficiencia-565836.shtml?page=1
Vale à pena conferir essa matéria da Revista Nova Escola.
Referência: http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/24-respostas-principais-duvidas-inclusao-acessivel-acessibilidade-deficiencia-565836.shtml?page=1
Vale à pena conferir essa matéria da Revista Nova Escola.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Indicação de filmes
Aqui estão algumas sugestões de filmes que abordam o tema sobre tipos de deficiências:
Deficiência auditiva
§ A música e o silêncio
§ Filhos do silêncio
§ Adorável professor
§ O piano
§ O país dos surdos
§ The Dancer
§ Black
§ O filme surdo de Beethoven
§ O segredo de Beethoven
§ Los amigos
§ Querido Frankie
§ Tortura silenciosa
§ And Now Tomorrow
§ Cop Land
§ And Your Name Is Jonah
§ Sweet nothing in my ear
§ Personal Effects
§ Deficiência física
§ Amargo regresso
§ Carne trêmula
§ Feliz ano velho
§ Nascido em 4 de Julho
§ O óleo de Lorenzo
§ O Homem Elefante
§ The Other Side of the Mountain - Uma janela para o céu (Parte 1 e 2)
§ Dr. Fantástico
§ Johnny vai à guerra
§ Meu pé esquerdo
§ Inside I'm Dancing
§ The Best Years of Our Lives
§ Mar Adentro
§ Murderball
Deficiência intelectual
§ City Down
§ Forrest Gump, o contador de histórias
§ Gaby, uma história verdadeira (es)
§ Gilbert Grape - Aprendiz de sonhador
§ Meu filho, meu mundo
§ Benny & Joon: Corações em conflito
§ Dominick and Eugene (Nicky and Gino)
§ O Enigma de Kaspar Hauser
§ O guardião de memórias
§ O oitavo dia
§ Simples como amar
§ Uma lição de amor
§ Shine - Brilhante
§ Mozart and the Whale (Loucos de amor) (en)
§ O óleo de Lorenzo
§ Eu me chamo Elisabeth
§ Inside I'm Dancing (en)
§ Meu nome é Radio
§ O Primeiro da Classe (Front of the class / Síndrome de Tourette)
Demência / Afasia
§ Nell (filme) EUA, 1994. Direção: Michael Apted
§ Awakenings (br: Tempo de despertar / pt: Despertares), 1990 Direção: Penny Marshall baseado em livro de Oliver Sacks.
§ Longe dela (Br) (Away from Her), Canadá, 2006 Direção: Sarah Polley.
§ “Sé Quién Eres”, Espanha-Argentina, 2000. Direção: Patricia Ferreira.
§ Psicose / Autismo
§ Miracle Run
§ Rain Man
§ O menino selvagem
§ Jornada da alma
§ O Enigma de Kaspar Hauser
§ Uma mente brilhante
§ After Thomas - Um amigo inesperado
§ Código para o inferno
§ O enigma das cartas House of Cards (Michael Lessac, 1993) (en)
Deficiência múltipla
§ Amy
§ O Escafandro e a Borboleta
§ Helen Keller and Her Teacher
§ O milagre de Anne Sullivan (br) / O milagre de Helen Keller (pt)
§ The Unconquered (Helen Keller in Her Story)
§ Cegos, surdos e loucos
§ Sob suspeita
§ Uma lição de amor
§ Experimentando a vida]
Deficiência visual
§ O Sino de Anya
§ Além dos meus olhos
§ Perfume de mulher
§ À primeira vista
§ Dançando no escuro
§ Demolidor"
§ Castelos de gelo
§ Ray
§ Quando só o coração vê
§ Um clarão nas trevas
§ Jennifer 8 - A próxima vítima
§ La symphonie pastorale
§ Vermelho como o céu
§ Eu Não Quero Voltar Sozinho
segunda-feira, 14 de maio de 2012
TURMA DA MÔNICA: PORTADORA DE DOWN VIRA PERSONAGEM DE QUADRINHOS Tathiana Heiderich serviu de inspiração para Maurício de Souza
A jovem Tathiana Heiderich serviu de inspiração para Maurício de Souza
Por Michelle Ramos sobre a fonte citada.
A revista foi produzida em parceria com o Instituto Meta Social e patrocinado pela Mantecorp. A personagem é inspirada na Tathiana Heiderich, portadora da síndrome de Down; A mãe de Tathiana, Patrícia Haiderich, que tem uma ONG que busca diminuir o preconceito com os portadores de Down, conseguiu chamar a atenção de Maurício de Souza para o tema. “As crianças não nascem com preconceito, mas vão adquirindo no decorrer da vida, então se trabalharmos na infância, teremos uma sociedade melhor”, afirma.
O gibi terá tiragem de 150 mil exemplares que serão distribuídos nos consultórios pediátricos de todo Brasil.
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